
Este é um blog sobre desporto, não um forum. Aqui pretende-se somente opinar sobre o fenómeno desportivo.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Desportos olímpicos XIX – Atletismo (Lançamentos - peso)
Foto:www.olympic.orgO principal objectivo no lançamento do peso é o de arremessar o mais longe possível uma sólida bola de metal de 7,26 Kg e 12 cm de diâmetro, para o homens, ou de 4 Kg e um pouco menor, no caso das mulheres. O arremesso é feito a partir de um círculo de 2.1 metro de diâmetro, o qual não deverá ser ultrapassado o que a acontecer anulará a tentativa.
Para a execução do lançamento o atleta coloca o peso sob o queixo e semi-agachado desloca-se, ou rodopia sobre uma das pernas, de forma a adquirir força e velocidade para libertar o peso. Quando chega ao lado oposto do círculo estica o braço e empurra o peso na direcção certa.
A medição da distância obtida é feira a partir da parte interna da circunferência, na zona do lançamento, até à zona de impacto do peso, sendo os concorrentes classificados por ordem do seu melhor arremesso.
O lançamento do peso parece ter a sua origem nos Highland Games, um evento desportivo praticado durante muitos séculos na Escócia. Nestes evento havia o arremesso da pedra, sendo, nestes jogos, um cubo arredondado de pedra ou metal de peso considerável.
O lançamento do peso faz parte dos Jogos Olímpicos modernos desde a sua primeira edição (Atenas – 1896), tendo sido o seu primeiro campeão Robert Garret dos Estado Unidos da América. A primeira vez que se disputou o lançamento do peso para senhoras aconteceu nos jogos de 1948, tendo a competição sido ganha pela francesa Micheline Ostermeyer.
Os actuais recordistas mundiais são Randy Barnes, dos Estado Unidos da América, com 23,12 metros, em masculinos e da soviética Natalya Lisovskaya, em femininos, com 22,63 metros.
Para a execução do lançamento o atleta coloca o peso sob o queixo e semi-agachado desloca-se, ou rodopia sobre uma das pernas, de forma a adquirir força e velocidade para libertar o peso. Quando chega ao lado oposto do círculo estica o braço e empurra o peso na direcção certa.
A medição da distância obtida é feira a partir da parte interna da circunferência, na zona do lançamento, até à zona de impacto do peso, sendo os concorrentes classificados por ordem do seu melhor arremesso.
O lançamento do peso parece ter a sua origem nos Highland Games, um evento desportivo praticado durante muitos séculos na Escócia. Nestes evento havia o arremesso da pedra, sendo, nestes jogos, um cubo arredondado de pedra ou metal de peso considerável.
O lançamento do peso faz parte dos Jogos Olímpicos modernos desde a sua primeira edição (Atenas – 1896), tendo sido o seu primeiro campeão Robert Garret dos Estado Unidos da América. A primeira vez que se disputou o lançamento do peso para senhoras aconteceu nos jogos de 1948, tendo a competição sido ganha pela francesa Micheline Ostermeyer.
Os actuais recordistas mundiais são Randy Barnes, dos Estado Unidos da América, com 23,12 metros, em masculinos e da soviética Natalya Lisovskaya, em femininos, com 22,63 metros.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Desportos olímpicos XVIII – Atletismo (Saltos - triplo)

O principal objectivo do triplo salto é o de atingir a máxima distância numa série de três saltos sucessivos e que terminam com a queda numa caixa de areia. O saltador inicia com uma corrida de impulso e começa com o contacto da perna de impulsão a tocar o solo, ao que se segue uma pequena flexão da perna de impulsão e nesse momento essa perna sofre grande pressão (até cerca de seis vezes o peso do atleta). A “chamada” é feita com um movimento onde o saltador faz um movimento brusco com a perna para trás e para cima, de forma a reduzir a perda de velocidade horizontal. Atingida a fase de vôo o atleta tenta corrigir o equilíbrio através da rotação horizontal dos braços.
O triplo salto integra os Jogos Olímpicos desde a sua primeira edição em 1896, sendo que o primeiro campeão foi o americano James Connolly. A prova feminina estreou-se nos jogos em Atalanta em 1996, tendo sido vencedora a ucraniana Inessa Kravets.Os actuais recordistas mundiais são Jonathan Edwards, do Reino Unido, com 18.29 metros e a ucraniana Inessa Kravets com 15.50 metros.Portugal conta, actualmente, com um dos melhores atletas mundiais (Nelson Évora) que se sagrou em 2007 campeão mundial e em 2008 campeão olímpico, sendo que nos mundiais de Berlim em 2009 foi vice-campeão.
O triplo salto integra os Jogos Olímpicos desde a sua primeira edição em 1896, sendo que o primeiro campeão foi o americano James Connolly. A prova feminina estreou-se nos jogos em Atalanta em 1996, tendo sido vencedora a ucraniana Inessa Kravets.Os actuais recordistas mundiais são Jonathan Edwards, do Reino Unido, com 18.29 metros e a ucraniana Inessa Kravets com 15.50 metros.Portugal conta, actualmente, com um dos melhores atletas mundiais (Nelson Évora) que se sagrou em 2007 campeão mundial e em 2008 campeão olímpico, sendo que nos mundiais de Berlim em 2009 foi vice-campeão.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Desportos olímpicos XVII – Atletismo (Saltos - comprimento)

O salto em comprimento apareceu pela primeira vez nos Jogos Olímpicos antigos e fazia parte do pentatlo. Naquela época os atletas saltavam com halteres nas mãos, para ajudar no balanço. Chionis de Esparta foi o atleta mais bem sucedido dos Jogos Olímpicos antigos e ficou famoso pelo seu salto de 7.05 m.
O salto em comprimento esteve presente em todas as edições dos Jogos Olímpicos da era moderna, sendo que o seu primeiro campeão foi o americano Ellery Clark, que venceu a prova com um salto de 6.35 metros.
A prova feminina teve a sua primeira aparição olímpica nos Jogos de 1948 e a primeira vencedora foi Olga Gyarmati da Hungria.
Desde Atenas 1896 até hoje, o recorde de salto em comprimento evoluiu bastante. Em 1896, o recorde era de 6,35 metros, sendo que hoje é de 8,95 metros, pertencendo a Mike Powell, dos Estados Unidos da América, reflectindo a evolução da táctica de salto dos competidores.
O recorde do mundo de salto em comprimento pertenceu a Bob Beamon (EUA) durante 23 anos, com a marca de 8.90 m, obtida nos Jogos Olímpicos de 1968, realizados no México. O salto foi obtido em altitude, com 2 m/s de vento traseiro e foi superado apenas em 1991, por Mike Powell.
O recorde feminino pertence a Galina Chistyakova, da União Soviética, com 7.52m, tendo sido obtido em 1988.
O salto em comprimento esteve presente em todas as edições dos Jogos Olímpicos da era moderna, sendo que o seu primeiro campeão foi o americano Ellery Clark, que venceu a prova com um salto de 6.35 metros.
A prova feminina teve a sua primeira aparição olímpica nos Jogos de 1948 e a primeira vencedora foi Olga Gyarmati da Hungria.
Desde Atenas 1896 até hoje, o recorde de salto em comprimento evoluiu bastante. Em 1896, o recorde era de 6,35 metros, sendo que hoje é de 8,95 metros, pertencendo a Mike Powell, dos Estados Unidos da América, reflectindo a evolução da táctica de salto dos competidores.
O recorde do mundo de salto em comprimento pertenceu a Bob Beamon (EUA) durante 23 anos, com a marca de 8.90 m, obtida nos Jogos Olímpicos de 1968, realizados no México. O salto foi obtido em altitude, com 2 m/s de vento traseiro e foi superado apenas em 1991, por Mike Powell.
O recorde feminino pertence a Galina Chistyakova, da União Soviética, com 7.52m, tendo sido obtido em 1988.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Desportos olímpicos XVI – Atletismo (Saltos – Salto com vara)
Imagem do Sitio do COI
O salto com vara teve origem no Continente Europeu, quando para cruzar os canais de água os homens utilizava varas, embora o objectivo naquela altura fosse o de chegar mais longe e não mais alto, embora dados históricos nos reportem a competições já na antiga Grécia.
As modernas competições de salto com vara apareceram nas Universidades no final do Século XIX e naqueles tempos os saltadores usavam varas de bambu com uma ponta afiada. As competições decorriam sobre relva, fixando a ponta afiada no solo (não eram permitidos buracos), saltando sobre a vara e caindo na relva.
Actualmente as varas são feitas de fibra de carbono ou fibra de viro, sendo que estas mudanças permitiram a diminuição do peso da vara e uma maior flexibilidade desta, reflectindo-se no avanço dos recordes estabelecidos.
Outra melhoria introduzida foi a da área de recepção. Até à década de 60, os atletas eram obrigados a cair numa em areia dura, o que originava muitas lesões e falta de confiança. Hoje, os atletas caem em colchões macios, o que também propiciou a sua evolução.
Nos Jogos Olímpicos de 1986 o recorde estabelecido foi de 3,20 metros, sendo somente uma competição destinada aos homens. A abertura às mulheres aconteceu somente nos Jogos de 2000.
Sergie Bubka, da Ucrânia é o actual recordista mundial com 6,14 metros, estabelecidos em 31 de Julho de 1994.Em femininos a recordista mundial é a russa Yelena Isinbayeva, com 5,06 m, estabelecidos em Zurique em 28 de Agosto de 2009 e ainda a aguardar homologação por parte da IAAF.
As modernas competições de salto com vara apareceram nas Universidades no final do Século XIX e naqueles tempos os saltadores usavam varas de bambu com uma ponta afiada. As competições decorriam sobre relva, fixando a ponta afiada no solo (não eram permitidos buracos), saltando sobre a vara e caindo na relva.
Actualmente as varas são feitas de fibra de carbono ou fibra de viro, sendo que estas mudanças permitiram a diminuição do peso da vara e uma maior flexibilidade desta, reflectindo-se no avanço dos recordes estabelecidos.
Outra melhoria introduzida foi a da área de recepção. Até à década de 60, os atletas eram obrigados a cair numa em areia dura, o que originava muitas lesões e falta de confiança. Hoje, os atletas caem em colchões macios, o que também propiciou a sua evolução.
Nos Jogos Olímpicos de 1986 o recorde estabelecido foi de 3,20 metros, sendo somente uma competição destinada aos homens. A abertura às mulheres aconteceu somente nos Jogos de 2000.
Sergie Bubka, da Ucrânia é o actual recordista mundial com 6,14 metros, estabelecidos em 31 de Julho de 1994.Em femininos a recordista mundial é a russa Yelena Isinbayeva, com 5,06 m, estabelecidos em Zurique em 28 de Agosto de 2009 e ainda a aguardar homologação por parte da IAAF.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Desportos olímpicos XV – Atletismo (Saltos - altura)

O objectivo do salto em altura é passar, sem derrubar, uma fasquia suspensa entre dois suportes verticais, colocada a determinada altura. Cada concorrente, num concurso, tem direito a três tentativas para superar a mesma altura. A grande maioria dos atletas usa um estilo designado por “Fosbury-flop”, assim designado em homenagem ao seu inventor, Dick Fosbury, que o utilizou pela primeira vez nos Jogos Olímpicos de 1968.
A primeira altura a saltar é determinada pelos juízes, saltando os atletas por turnos. Após o primeiro salto bem sucedido são os atletas que decidem a altura a que a fasquia é colocada.
Os método de transpor a fasquia têm evoluído ao longo dos anos. A primeira técnica era conhecida por “estilo tesoura”. O “Western roll” dominou os jogos realizados em Berlim, também inspirado na tesoura, mas onde a perna exterior serve de balanço à passagem do resto do corpo. Em seguida apareceu a técnica “Straddle”, onde o atleta ultrapassa a fasquia de frente, com o rosto voltado para baixo. A técnica mais recente, já referida, consiste na passagem da fasquia de costas, passando primeiro os ombros, com o rosto voltado para cima.
O primeiro concurso de salto em altura foi registado na Escócia, no Século XIX, com a fasquia colocada a uma altura de 1,68 metros.
O salto em altura integra os jogos olímpicos desde 1896, em Atenas, onde o vencedor foi Ellery Clark dos Estados Unidos da América.
Em femininos é modalidade olímpica desde os jogos realizados em Amesterdão, em 1928, sagrando-se como primeira campeã olímpica Ethel Catherwood do Canadá.
O actual recordista do salto em altura é o cubano Javier Sotomayor com 2,45 m, obtidos em Salamanca em 1993. Já em senhoras a melhor marca pertence à búlgara Stefka Kostadinova, com 2,09 m, alcançados em Roma em 1987.
A primeira altura a saltar é determinada pelos juízes, saltando os atletas por turnos. Após o primeiro salto bem sucedido são os atletas que decidem a altura a que a fasquia é colocada.
Os método de transpor a fasquia têm evoluído ao longo dos anos. A primeira técnica era conhecida por “estilo tesoura”. O “Western roll” dominou os jogos realizados em Berlim, também inspirado na tesoura, mas onde a perna exterior serve de balanço à passagem do resto do corpo. Em seguida apareceu a técnica “Straddle”, onde o atleta ultrapassa a fasquia de frente, com o rosto voltado para baixo. A técnica mais recente, já referida, consiste na passagem da fasquia de costas, passando primeiro os ombros, com o rosto voltado para cima.
O primeiro concurso de salto em altura foi registado na Escócia, no Século XIX, com a fasquia colocada a uma altura de 1,68 metros.
O salto em altura integra os jogos olímpicos desde 1896, em Atenas, onde o vencedor foi Ellery Clark dos Estados Unidos da América.
Em femininos é modalidade olímpica desde os jogos realizados em Amesterdão, em 1928, sagrando-se como primeira campeã olímpica Ethel Catherwood do Canadá.
O actual recordista do salto em altura é o cubano Javier Sotomayor com 2,45 m, obtidos em Salamanca em 1993. Já em senhoras a melhor marca pertence à búlgara Stefka Kostadinova, com 2,09 m, alcançados em Roma em 1987.
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